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Conheça os apelidos para bicicletas

No universo do ciclismo, encontramos um vasto leque de expressões peculiares, que muitas vezes confundem quem está por fora dessa área ou os novatos. Dentro dessa variedade de termos, destacam-se os vários apelidos para bicicletas.

Assim, preparamos este material com alguns dos apelidos para bicicletas mais comuns no Brasil e pelo globo. Prossiga com a leitura e descubra a riqueza dessas nomenclaturas.

Linguajar e Expressões no Ciclismo

Antes de mergulharmos nos apelidos para bicicletas, que tal darmos uma olhada em algumas expressões e gírias comumente usadas no ciclismo?

Se você está dando seus primeiros giros no ciclismo, prepare-se, pois certos termos são cruciais para sua jornada, especialmente se estiver pensando em entrar nas competições. Vamos lá:

  • Suspa – Refere-se à suspensão da bike.
  • DH – Sigla para DownHill, modalidade que envolve descer ladeiras.
  • Coroão – Denomina a maior engrenagem do conjunto.
  • Pedal – Usado para descrever os passeios de bicicleta, como em “hoje fiz um pedal de 4km.”
  • Soca a Bota – Pedalada com mais força para aumentar a velocidade.
  • Puxa o cabo – Similar à gíria acima, mas comum em outras regiões.
  • Macaquinho – Nome dado ao câmbio da bike.
  • Cachimbo – Termo para o suporte do guidão.
  • Girar – Similar a pedal, significa sair para pedalar, geralmente em convite, como “Vamos girar hoje?”
  • Rolé – No Rio de Janeiro, termo popular para passear de bike.
  • Pinhão – Outro nome para a catraca ou cassete.
  • K7 – Abreviação comum para cassete.
  • Cozinha – Provocação aos grupos mais lentos em competições, como em “Vamos, saiam da cozinha”.
  • Pratão, Prato e Pratinho – Referem-se, respectivamente, à coroa grande, média e pequena.
  • Capote – Queda de bicicleta.
  • Dar no rim – Expressão usada para incentivar a dar o máximo de si.
  • Picapau – Ciclista que tem os melhores equipamentos, mas não tem desempenho à altura.
  • Pelotão – Grande grupo de ciclistas pedalando juntos.
  • Quebrado – Sentimento de exaustão após pedalar muito ou por longas distâncias.
  • Afogado – Falta de ar após esforço intenso.
  • Prego de fome – Fraqueza por falta de alimentação adequada durante o pedal ou competição.
  • Ir à morte – Esforçar-se ao máximo em uma corrida ou pedal.
  • NQSF (Ninguém Quer Ser Feio) – Motivação para não ficar por último.

Interessado em mais termos do dia a dia dos ciclistas? Confira nosso guia sobre o dicionário dos ciclistas, repleto de gírias e expressões utilizadas pelos atletas.

Quais são os apelidos para bicicletas?

Agora que você já explorou um pouco do vocabulário específico do ciclismo, é hora de mergulharmos nos apelidos para bicicletas, verdadeiros ícones da cultura ciclística.

Confira os apelidos mais populares:

  • Bic.
  • Bike
  • Camelo.
  • Magrela.
  • Réca.
  • Calanga.
  • Camelinho.
  • Magrelinha.
  • Velocípede.
  • Zica.

Cada um desses apelidos carrega um toque de afeto e identidade, revelando a relação íntima que os ciclistas têm com suas companheiras de duas rodas.

Você já viu os apelidos mais comuns para bicicletas, mas você sabia que cada tipo de bike tem seu próprio apelido, refletindo suas características únicas e origens? Aqui vão mais alguns apelidos para bicicletas que destacam essas diferenças:

  • Nuvenzinha – Referência às bicicletas típicas do Distrito Federal.
  • Praieira – Bicicletas com origem nas regiões costeiras, como o Rio de Janeiro e a Baixada Santista.
  • Bob ou Bunny Hop – Denomina as bicicletas Full Suspension, que oferecem uma pedalada suave, mesmo em terrenos irregulares.
  • Fixa ou Fixie – Bicicletas de marcha fixa, com um único pinhão.
  • Gazela – As ágeis bicicletas speed, preferidas para estrada.
  • Cabrito – Termo de alerta para bicicletas roubadas. Importante ter cuidado ao se deparar com esse termo em anúncios.
  • Cafão – Descreve uma bicicleta em mau estado, precisando de reparos.
  • Ratoeira – Bicicletas cheias de remendos e adaptações, que podem oferecer riscos ao ciclista.
  • Trator – Apelido para bicicletas robustas e em excelente condição de uso.

Cada um desses apelidos revela um pouco mais sobre a personalidade e a história por trás das bicicletas, ampliando nosso vocabulário ciclístico e nossa conexão com esse universo tão diversificado.

Os apelidos para bicicletas em outros países

E se você estiver indo viajar para o exterior, esteja preparado e veja como são conhecidas as bicicletas em alguns países:

Argentina

Bici, Bichi, Cabra Ou Cleta.

Chile

Chancha, Chufla, Cleta Ou Cicla.

Colômbia

Cicla ou Burra.

Costa Rica

Muca, Bicla ou Cleta.

Cuba

Chibo, Nave ou Chiva.

Equador

Chiva ou Huesuda.

Espanha

Bici ou Burra.

Estados Unidos

Bike.

França

Vélo.

Guatemala

Baica, Cicle ou Virula.

Itália

Bicla.

México

Bici, Baica, Bicla, Birula, Burra, Camella, Rila, Zaica ou Cleta.

Peru

Ticle.

Polônia

Rower.

Portugal

Bicla.

Uruguai

Chiva.

Quem pedala tem nome próprio?

Assim como cada peça da sua bicicleta e até a própria bike têm seus apelidos, com os entusiastas do pedal não é diferente. Para cada perfil de ciclista, existe um apelido característico.

Mas vamos além do usual “ciclista” nesta lista. Descubra com qual desses perfis você mais se identifica:

  • Braço duro ou Pato bravo – Aqueles que ainda estão aprendendo a se posicionar corretamente no grupo.
  • Ciclista sem fingimento – O ciclista que treina sério, enfrentando chuva e adversidades sem desculpas.
  • Sem João Klebismo – Aquele que pedala genuinamente, sem meio-termos ou artifícios.
  • Pão com ovo – O novato, ainda pegando o jeito, o equivalente ao “Café com leite” em outros esportes.
  • KOM ou QOM – Siglas para os títulos de Rei ou Rainha da Montanha, popularizados pelo app Strava. Reconhecimento para quem domina as subidas.
  • Lanterninha – Para aquele amigo que sempre fica para trás nas corridas ou passeios. Uma brincadeira amigável, claro!
  • Pau de Rato ou PDR – O amigo que sente mais dificuldade em provas longas ou de alta intensidade, não tão forte na roda.
  • Lento no volante – Literalmente, o ciclista que prefere uma velocidade mais moderada, com um ritmo mais pesado.
  • Mangonaço – O aventureiro que corta o grupo sem cuidado, aumentando o risco de acidentes para todos.

Existem muitos outros apelidos para descrever os variados tipos de ciclistas, mas o essencial é continuar pedalando, buscando sempre evoluir, melhorar a performance e, o mais importante, fazer novas amizades no caminho.

Mas e aí, qual desses termos e gírias você já conhecia? Deixe aqui nos comentários para nós.

E se você gostou do conteúdo, não se esqueça de deixar a sua avaliação e em caso de dúvidas ou sugestões, comente aqui que iremos te ajudar.

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